domingo, 21 de junho de 2009

Capítulo 17: Desafios em Ecruteak: Parte 1


Chego cansado à cidade Ecruteak, indo direto ao CP. Lá dentro conheço Bill, responsável pelo transporte de pokébolas via PC. Ele se admirou com meus pokémon, puxando assunto quando estávamos nos alimentando. Falei qual era meu objetivo e que estava pesquisando, tornando-se uma longa conversa. Na manhã seguinte ele foi embora.

Nessa manhã me dirigi ao Ginásio para poder desafiar o líder dali. Porém, um velho disse-me que o líder não estava e que era para eu voltar mais tarde. Então, dou umas bandas pela cidade com o intuito de conhecê-la. Ao sentar no banco da praça um velho veio falar comigo, percebendo que sou viajante. A conversa foi boa, pois ele me disse um pouco de sua história, sobre um pássaro dragão que bloqueou o sol em um dia chuvoso. Ele me mostrou alguns rabiscos seus sobre como seria tal pássaro. Me admirei com isso, tentando imaginar qual criatura poderia ser.

Depois rumo ao salão de dança das Garotas Kimono. Havia um prêmio se vencesse elas: o manual para aprender o SURF. Eu as desafio!
Elas tinham evoluções de eevee. Primeiramente Nido lutou contra um flareon, vencendo. Logo, Tahl lutou contra um espeon, também adquirindo vitória. Na terceira batalha, Nido novamente venceu um umbreon, evoluindo logo após para um nidorino, que por sua vez venceu um vaporeon. Na última batalha Fúria Azul venceu um jolteon.

Tais batalhas foram de grande valia, pois além de proporcionarem a evolução de Nido, fizeram com que meus pokémon ficassem mais experientes.
O dia estava acabando e retornei ao CP, onde descansei, para no próximo dia visitar a famosa Torre Queimada que soube da existência devido as placas e comentários pela cidade.

sábado, 25 de abril de 2009

Trabalho Paleontológico


Gut! Como estou ingressando no paleoworld posso dar alguma opinião de como é o trabalho aqui no blog. Trabalhar como paleontólogo requer muita paciência, pois além de tu procurar o fóssil em um solo-rocha geralmente sedimentar ou arenito, ou qualquer outra forma gerada a partir de material orgânico e barro, deve-se ter todo o cuidado no transporte do fóssil para o laboratório para uma análise, já que nesse ambiente existem maquinários e outros recursos para sua análise.
Se o fóssil for grande, ele deve ser enrolado em papel ou algum pano, sendo que neste passar-se-á gesso para a proteção no transporte. No laboratório, corta-se com cuidado o gesso e aí começa a limpeza do fóssil, "desprendendo-o" da rocha matriz, material em que ele foi fossilizado. Essa parte requer muito cuidado, colando as partes dos fóssil que se quebrarem (com superbonder) e colocando uma espécie de goma para a rocha matriz e o próprio fóssil, quando muito frágeis, não se desmancharem.

Nessa limpeza usa-se as mais diversas ferramentas (e pode durar dias), desde broca de dentista e até pincel. O primeiro fóssil que fiz limpeza foi muito frágil e claro que não utilizei a broca, mas utensílios mais "delicados", visto que a rocha matriz onde estava se quebrava muito facilmente, sendo uma rocha de origem argilosa. Não sei ainda do que se trata o osso que parecia estar a eras no laboratório. Creio (isso é só intuição) se tratar de algum anfíbio ou pequeno lagarto.

É muito difícil encontrar um fóssil completo, geralmente são partes de partes do corpo de algum animal ou planta. Para reconstituir o animal ao qual a parte pertencia, cabe à criatividade e conhecimento físio-zoológico do pesquisador. Um fóssil como esse da protoave (provavelmente é um archiopteryx) é bem raro, mas é o sonho de qualquer paleontólogo, principalmente se for uma espécie nova ou algo que refute alguma teoria...

:D

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Atraaasooo !!!

Bueno! Como eu escrevo pra mim mesmo não deveria estar aqui expondo o motivo de minha ausência.... Mas vá que alguém perdido na net encontre meu blog e queira visitá-lo e achá-lo interessante.
Por causa disso eu explico o motivo da ausência: Muuuiiitooo estudo e trabalho. Atualmente estou com duas faculdades (sonho muito realizado) e ainda to em estágio, dando aula e papapa!!! Além do más, yo estoy trabajando en uno laboratorio de paleontologia (consegui bolsa :D, Al-Hamdu Lillah!!).
Somando-se a isso (parece q to escrevendo um trabalho científico, mas dá nada) o PC do meu 4º fez com q a internet sumisse e, como as imagens da minha jornada tão nesse pc, não consigo pô-las no blog.
Bueno, en lo más es esto!

sábado, 7 de março de 2009

Jornada: Capítulo 16: O Sudowoodo e o Spearow

Acompanhado de meu novo pokémon Nido e é claro, de Irwin, continuo minhas andanças pela região de Johto, com o intuito de me tornar um mestre pokémon naquela região e de pesquisar a biogeografia. Encontro um treinador que proporciona a primeira batalha (com um treinador) que eu guio Nido. Ele venceu dois Abra, enquanto que Fúria Azul venceu um Kadabra. Foi fácil a batalha, já que meus pokémon são fortes.

Não demorou muito e chegamos naquela rota rota onde em tempos passados eu havia ido e que tinha um pokémon que não deixava ninguém passar. Ali eu e Irwin conhecemos Floria, da loja de flores de Goldenroad. Ela disse que atirando água na criatura que atacava as pessoas essa criatura se mexia e fugia, embora às vezes atacasse. Ela perguntou-me se eu e Irwin poderíamos acompanhá-la até Goldenroad para pegar um regador potente e avisar à sua irmã sobre aquela criatura, que ela diz ser um Sudowoodo. Ela pega sua bike e vai, enquanto eu carrego Irwin na minha bike, todos rapidamente em direção a Goldenroad.
Chegando na cidade grande (com meus pokémon dentro das pokébolas) falamos com a irmã de Floria, que nos pediu para cuidarmos dela, já que a guria gostava de pesquisar pokémon misteriosos. Pegamos um regador potente com água e partimos. Enquanto estávamos andando tocou meu telefone. Era o cara da loja de bicicletas me agradecendo pelo sucesso das vendas e me dando a bicicleta que eu usava (e que era cheia de propagandas da loja). Fico muito feliz com isso e não me preocupo mais em quebrar a bike. Quando estávamos andando na estrada um guarda de um posto de vigilância me chama e diz: "Você é um treinador? Te vi passando por aqui algumas vezes. Pode me fazer um favor? Levar esse pokémon ao meu amigo?". Ele pega meu número de telefone e me apresenta uma spearow de nome Kenya; me dá a pokébola e coloca o pokémon com uma carta dentro dela. Parto com ele e meus companheiros em direção ao tal sudowoodo.

Eu, Irwin e Floria ficamos em meio ao mato esperando algum sinal da criatura, mas nada. Repentinamente vimos alguém na estrada e do meio das árvores saiu uma outra árvore que pôs-se a atacar a pessoa, que assustada começou a correr. Minha pokéagenda disse que aquele ser era realmente um sudowoodo. Floria pega o potente regador que tem uma válvula para esguicho de água à distância considerável, derramando tal água no sudowoodo que começou a gritar, parou de atacar o garoto e veio correndo a nós. Uso Tahl para conter tal criatura, perdendo, logo utilizando Fúria Azul, que vence o revoltado sudowoodo. O comportamento daquela criatura era de grande possessão pelo território. Ao perder ele pareceu triste e partiu. O jovem que salvamos do ataque do sudowoodo nos agradeceu, falando seu nome (Jenis) e dizendo ser um pesquisador de sudowoodo. Ele disse que aquela criatura era territorial, algo próximo à sua personalidade possessiva e que desafiava qualquer um que por ali passasse. Como nós o vencemos, o sudowoodo foi procurar outro território.

Então é hora de nos separarmos. Floria e Jenis vão à Goldenroad, enquanto que eu e Irwin continuamos a andar em direção a Violeta e ir à Rota 31 entregar Kenya ao amigo do vigilante. Solto a spearow, Tahl e Nido para andarem do meu lado, fazendo com que Kenya adquirisse alguma experiência batalhando contra meus pokémon e a ensino "swift". Descansamos ali, entre a rota 37 e Violeta, acampando.

Na manhã seguinte continuamos a andar, até que Irwin vê uma placa na estrada e me diz: "Bom, parceiro. É aqui que nos separamos, vou às Ruínas Alph conhecê-las". O bom companheiro Irwin liberta seus voltorb e se despede de mim e dos meus pokémon. Eu fico parado o vendo partir e logo parto também. Depois de um tempo de caminhada paro para comer e dou comida aos meus pokémon. Mas, ao verem a ração, vieram um bando de pidgey e começaram a brigar com Kenya pela comida. Eu oriento Kenya na batalha que vence aquelas criaturas e as afugenta. Recolho os pratos e subo na bike com Tahl e Nido, partindo rapidamente com a spearow voando acima de mim. Dentro de algum tempo estava eu em Violeta, cruzando a cidadezinha e indo até a Rota 31.
Nessa rota encontro um homem gordo dormindo em baixo de uma árvore. Deve ser Marconde, o cara que o guarda disse para eu entregar a spearow, já que ele disse que sempre descansava em uma árvore por aquela rota, já que por ali morava. Também ele me deu uma foto do cara. Eu acordo o gordo e pergunto: "Se chama Migos?". O gordo acordou e disse assustado: "Sou eu sim!" Eu disse: "Tenho uma entrega pra ti. Um pokémon e uma carta". Chamo Kenya que estava voando com a carta amarrada em sua pata. Ela voa diretamente a Migos, com saudade dele. O gordo se alegra ao ver sua amiga Kenya e tira a carta e lê. Logo ele me agradece muito. Entrego a pokébola de Kenya para ele e me despido dela e dele, libertando também Fúria Vermelha para dar tchau a ela. Pego minha bicicleta (agora com menos propagandas da loja) e parto, passando novamente por Violeta e por fim chegando em Ecruteak.

Jornada: Capítulo 15: O Parque Nacional

Eu, Tahl e Fúria Azul (esta dentro da pokébola), acompanhados de Irwin chegamos ao famoso Parque Nacional, lugar de encontro e descanso de muita gente, além de ser local do Concurso Pega Inseto, ao qual não estava aberto naquele dia. Nesse lugar descansamos e libertamos nossos pokémon para descansarem também, conhecemos algumas pessoas que vieram falar sobre pokémon.

Para variar eu fiquei observando as criaturas daquele ambiente, percebendo os sunkern, venonat e nidoran. Havia também um ser que me observava: um nidoran macho. Ele olhava meu relacionamento com Tahl e Fúria Azul. Mas tudo bem. Coloco meus pokémon nas pokébolas e vou para o meio dos arbustos para ali pesquisar os seres viventes e fazer minhas anotações. É claro que Irwin foi junto. Encontrei alguns treinadores que batalhei, sentindo-me ainda observado por aquele nidoran. Repentinamente eis que surge essa criatura, querendo batalhar comigo. Envio Tahl e batalho com ele, que perde, então, agradeço ao nidoran pela batalho e viro as costas para continuar andando. Mas a criatura gritou e meio fraca começou a me seguir. Toco, assim, uma pokébola, capturando um novo pokémon ao qual denominei Nido.

Irwin ficou faceiro pronunciando besteiras como: "ó, que maneira de capturar!". Ele é tosco mas é parceria. Dou alguma comida a Nido e o apresento a Fúria Azul, logo colocando esta na bola e indo com os outros soltos, saindo do Parque Nacional.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Jornada: Capítulo 14: Viva a Gyarados!

Saio da cidade de Goldenroad bastante feliz, pois tenho já minha terceira insígnia. Sobre a bicicleta cheia de propagandas libero Tahl da pokébola, ficando ele agarrado em minhas costas para andarmos.

Estamos na rota 35. É aqui que muitos treinadores se encontram e batalham, pois é um lugar entre a grande cidade e o Parque Nacional. Comigo não foi diferente. Fui desafiado por um rapaz chamado Yuri, que ao me ver com Tahl na bicicleta, me gritou um desafio. Claro que aceitei. Ele usou três pokémon e eu só um: magikarp.


Fúria Azul batalhou muito bem contra dois diglett e um zubat, vencendo todos com seu poderoso ataque. Quando acabou a batalha, uma surpresa: a magikarp evoluiu em um gyarados. Foi uma grande felicidade, já que eu gosto muito de gyarados. Agradeço a Yuri pela ótima batalha e ele me pergunta onde consegui a bicicleta, então lhe mostrei as propagandas da Loja de Bicicletas que estavam coladas por toda a bike. Logo parto, carregando a bicicleta ao meu lado e cantando de tão feliz. Fúria Azul, porém, ficou na pokébola ao contrário de Tahl, pois o dia estava quente. Mas sinto que alguém está me observando e quilava sente o mesmo.
Mais adiante encontro um cara treinando malabarismos de fogo com seu magmar. Rapidamente eu o desafio e ele aceita. O soprador de fogo utilizou seu magmar e eu, é claro, Fúria Azul. Com sua potente batida furiosa, a gyarados derruba rapidamente aquele magmar. Logo o cara usa outro magmar, mas esse é mais rápido, esquivando de alguns ataques e tocando fogo em Fúria Azul. Minha gyarados ficou tonta com seus ataques, se batendo, mas digo para ela se concentrar e tentar sentir o alvo. Ela fez isso e derrotou mais um magmar. Quando estava agrdecendo o cara pela batalha, saiu do meio de alguns arbustos um outro cara que gritava faceiro me desafiando. Claro que aceitei e usei novamente Fúria Azul que não tinha ido ainda para a pokébola. O nome desse cara era Irwin e era um malabarista conhecido do soprador de fogo. Ele utilizou quatro voltorb que gyarados venceu bem facilmente.

Irwin ficou tão feliz com a derrota (cara louco?) que me perguntou o nome e pediu meu número. Ora, ele havia visto minha batalha contra Yuri e se admirou. Ele disse que eu sou bastante forte, venci três treinadores com um único pokémon e que quer seguir meus passos e ver como me torno um famoso treinador. Ó! Parece que tenho um fã. Eu troco o número da agenda com ele e dou tchau, indo em direção ao parque. Ele corre atrás de mim e pergunta se ele poderia me acompanhar até uma parte, e eu disse que sim. Até que Irwin é um cara legal. Então continuo minha jornada, com um olho nos treinadores e outro nos pokémon selvagens. Acampamos naquela rota e eu fiquei um dia pesquisando algumas criaturas, enquanto Irwin parecia que também me pesquisava. Disse para ele parar com isso, mas parece realmente que tenho um fã. :/

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Jornada: Capítulo 13: Desafio em Goldenroad

Finalmente eu chego ao ginásio da cidade de Goldenroad. Quase atravessei a movimentada cidade andando de bike, mas pelo menos cheguei em segurança ao meu destino.
Esse é um ginásio de pokémon do tipo normal e logo que entrei vi muitos pokémon desse tipo, típicos de cidades (meowth, rattata). Ali muitas meninas começaram se alvoroçaram, chamando sua líder, pois havia um desafiante. Muitas delas me desafiaram antes da líder, para me testar. Então as desafiei. Umas usaram sentret, outras meowth e eu venci todas elas, ora com quilava, ora com magikarp. Elas disseram que eu não tinha chances contra a líder Whitney.


A batalha começou. Era de 2vs2. Whitney mandou um clefairy e eu meu magikarp. As meninas que estavam assistindo (e que eram aprendizes de Whitney), riram do meu pokémon, dizendo que clefairy já tinha ganho a batalha. Mas eu conheço Fúria Azul e confio em seu potenciam. Somente com o ataque e com a esquiva de seus balanços de "peixe fora da água", ela venceu clefairy, mostrando àquelas gurias o poder que pode ter um magikarp.


Todos se admiraram com isso. Logo Whitney enviou uma miltank e eu coloco Fúria Azul de volta à pokébola e envio Tahl. Foi uma batalha um tanto difícil, pois miltank é bastante forte, mas meu quilava é rápido na esquiva. Mas o potente brasa o fez vencer. Assim meu desafio naquele ginásio estava concluído. Ganhei a minha terceira insígnia: a insígnia da planície. Mas Whitney começou a chorar e não me deu a insígnia. Ela disse que não havia perdido uma batalha de maneira tão rápida durante muito tempo. Mas por fim me deu a insígnia e me desejou boa sorte.


Ao sair do ginásio, peguei a bike e fui direto ao CP. Depois de recuperar meus pokémons eu parti rumo à saída de Goldenroad, a procura dos arredores da cidade para poder pesquisar os pokémon selvagens (embora dá um bom estudo sobre pokémon citadinos e pokémon que vivem nos parques das cidades).