domingo, 27 de setembro de 2009

Capítulo 27: Encontro com Suicune

Agora tenho uma nova companheira de jornada: Ini, a eevee. Junto dela, de Nido e de Tahl, continuo rumando por Johto, tendo Fúria Azul e Fúria Vermelha dentro das suas pokébolas (já que são criaturas da água e grandes demais para estarem perambulando por cidades e caminhos estreitos). Tahl está mais forte e através de sua percepção aguda, me mostra os pokémons pelo caminho.
Mas certa vez, nos arredores do Parque Nacional, eu e meus pokémons vimos em meio a forte neblina um ser lendário: um suicune. Nós estávamos andando, quando Nido ouviu alguma coisa a nossa frente. Logo uma neblina surgiu e do meio dela um suicune pulou em nossa frente, nos observando e não se manifestando com sons. Logo ele saltou para longe, fazendo com que a neblina se desfizesse.

Aquela criatura me fez pensar bastante. Nem sei em que pensava, mas fiquei pensativo durante todo aquele dia, lembrando-me do suicune nos outros dias seguintes. Depois de algum tempo estava novamente em Ecruteak. Soube no CP que havia agitação nas proximidades da Torre Estranha, pois lá foi avistado um suicune. Então para lá fui, para falar aos monges daquele lugar sobre o que me havia ocorrido. Chegando no complexo da Torre Estranha falei com alguns monges, que se surpreenderam de meus relatos e me revelaram que um suicune estava ali na torre dormindo, juntamente com os outros cães lendários e que somente alguém digno poderia vê-lo. Repentinamente um dos monges viu no meu pescoço o Sino Puro, me perguntando: tu tens o Sino Puro como?
Então eu disse que havia ajudado a salvar o Diretor da Torre de Rádio da Equipe Rocket e que ele havia me dado o sino como agradecimento. Os monges se surpreenderam. Ouvi eles falando baixo sobre ser o escolhido de suicune. Logo um deles dirigiu a palavra a mim e disse: temos que te testar para ver se és digno de ver suicune. Então começaram as batalhas contra os monges.

Eles usaram jolteon, vaporeon, flareon, noctow e Nido venceu todos. Foi então que eles disseram-me: passe e veja suicune de longe.

Eu os acompanhei pelo caminho até a Torre Estranha, onde, após entrarmos silenciosamente pela porta, me deparei com o grande corpo de suicune deitado ao chão, junto com raikou e entei, que, logo que me viram, correram em longos saltos. Suicune se acordou, olhou para mim e fez seus sons, me cheirando e deixando que eu o encostasse. Tahl, Nido e Ini recuaram um pouco, mas entenderam que suicune não iria me ferir.


Repentinamente entrou Eusine, vendo a proximidade que suicune tinha comigo. A criatura olhou ele e os monges que o acompanhavam e saiu aos saltos. Eusine veio falar comigo admirado por ter visto suicune, assim como os outros cães lendários que ele viu no caminho para a torre, quando foi avisado da estadia dos lendários naquele local pelos monges. Ele me relatou que os três cães poderiam ter alguma ligação com as ruínas Alph, de acordo com suas pesquisas, pois viu escritos que faziam referência a eles e a um pokémon de outro mundo denominado giratina.

Fiquei algum tempo ali, tomando chá com os monges e com Eusine. Depois saí e fui direto explorar a Torre Queimada (onde havia visto pela primeira vez os três lendários), tendo a esperança de encontrá-los ali de novo. Mas não os encontrei, apenas treinei Ini, que batalhou contra alguns zubat. Fiquei o resto do dia em Ecruteak, partindo na manha seguinte e indo direto para a Montanha Morteiro explorar e treinar meus pokémons. Fui por fora do caminho, entrei em cavernas que pouca gente conhece, observando que pokémons poderiam ter ali. Em meus registros e na época do ano e hora em que estava, os pokémons vistos foram os mesmos do que na montanha normal, como machop, geodude, zubat, marill etc. Ao sair dali peguei minha bike e pedalei até Mahogany, chegando lá já de noite. Então ali descansei e na manhã seguinte parti, rumo a rota 44, onde Ini batalhou pela primeira vez contra um treinador.

Phil era o nome do treinador, que usou um natu que foi vencido pela minha eevee. Porém, o kadabra dele venceu Ini, fazendo com que eu escolhece Tahl, que o venceu. Continuei então rumando naquela rota, acampando e observando as criaturas. Num dia eu pedi para Nido cabecear uma árvore, fazendo cair dela furiosas butterfree, heracross e aipom, ao qual Ini venceu. Percebo que realmente existem pokémons que só podem ser vistos sobre as árvores.

Mais adiante nessa rota encontei um Ranger denominado Allen, que desejou batalhar comigo. Ele usou uma bellossom, que Ini batalhou um pouco, mas logo deu espaço para Tahl, que venceu. Porém, minha eevee venceu um charmelon de Allen. Esse cara resolveu me acompanhar até a próxima cidade que é Blackthorn. Ele se interessou pelas minhas observações e pesquisas e me falou da existência dos Rangers. Foi então que me interessei por essa ocupação de "protetor" da vida selvagem. Durante nossa viagem juntos ele foi me falando de como é ser um Ranger e eu de como é ser um pesquisador. Juntos enfrentamos treinadores, principalmente o cara criador de pidgeotto. Nossos pokémons se dão bem, principalmente Tahl e o chameloen de Alen, que fazem demonstrações de fogo.

Depois de alguns dias, chegamos ao Caminho de Gelo, indo em direção à Blackthorn, onde será meu próximo desafio em um ginásio...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Capítulo 26: Novamente a Equipe Rocket


Loucura talvez. O que me levou de volta a Goldenrod só pode ser loucura. Enfrentar novamente a perigosa Equipe Rocket, podendo ser morto. Mas não, não vou enfrentar os rockets de maneira nenhuma. Apenas vou ver o que acontece, já que Irwin me disse do tumulto pela pokégear que valia a pena ver e que parecia ter parado parte da cidade grande. Além do mais, tenho tempo até o início da Liga e quero passar por Ecruteak ver se avisto algum cão lendário que os noticiários falam que rondam por ali.

Mas passo por Ecruteak e a cidade se mostra calma. Olho de longe suas torres e não percebo nenhum movimento incomum. Passaram-se alguns dias de viagem e a Equipe Rocket ainda estava de posse da Torre de Rádio. Mas eu tenho outro motivo por estar em direção a Goldenrod: Fúria Vermelha. Quando eu estava saindo do CP e Elm me ligou, Fúria Vermelha e meus outros pokémon estavam fora da pokébola e ele ouviu o que Elm disse, logo ouvindo também Irwin. Ele se agitou de tal forma que eu entendi o que ele queria: destruir com os rockets que o fizeram sofrer.

Então, após algumas andanças aqui estou, novamenten em Goldenrod diante da Torre de Rádio. Há um amontoado de gente, mas não tão próximo da torre, pois ela foi interditada pelos policiais que estão há dias na negociação pela libertação dos reféns. Encontro ali pelo meio Irwin, que ao me reconhecer vem gritando no meio da multidão. Apenas Tahl e Nido estão fora da pokébola. Eu olho para a torre e não vejo como entrar para que a fúria de meu gyarados seja saciada. Então vou ao CP com Irwin e espero anoitecer. Saio eu e Tahl na madrugada e nos dirigimos à Torre de Rádio. Ainda há polícia, mas está escuro, mais fácil para me camuflar. Tahl procura alguma entrada, uma janela que seja e ele encontra. Então, sorrateiramente sigo meu pokémon e ergo ele na janela lateral para ele ver se alguém está ali. Mas não há ninguém. Então escalo a janela e entro na Torre após Tahl. Solto ali o Nido, para que com suas grande orelhas ouça alguma coisa.

Estamos na entrada e a iluminação ali é fraca. Mas um rocket me ve e vem falar comigo, percebendo que eu não era membro da equipe, batalhando comigo. Por sorte meus pokémons são fortes e Nido e Tahl não tiveram dificuldades de vencer um "grunt". Subo as escadas após meus pokémons atacarem o próprio rocket e o deixarem inconsciente. Mas fizemos barulho demais e logo estavam outros rocket no andar de baixo, vendo-nos e batalhando conosco. Somos rápidos e os raticates e zubats não conseguem deter meus pokémons. Os dois rockets ali logo estavam vencidos e antes que pusessem pegar alguma arma para agir contra mim, eu já havia subido as escadas. Para minha surpresa mais rockets. Tahl está disposto a lutar. Parece que algo irá acontecer a ele. Ele vence o rocket com seus grimers e muk, assim como o arbok de outra rocket que veio para cima de nós após seu companheiro ser detido e estar sendo ameaçado por Nido.

Eu vou subindo as escadas, não sei por qual motivo, parece que algo me leva até lá e também, em meio à batalha os rocket disseram que o diretor estava de refém lá em cima. Eu fiquei com medo, querendo recuar, mas Nido e Tahl não queriam. Os rockets derrotados não se davam ao trabalho de nos perseguir, pois, pelo que percebi, sabiam que havia mais de seus companheiros me esperando no próximo andar. Lá enfrentamos koffings, weezing, rattata, raticate, grimer, zubat e magnemite. Dois rockets foram para cima de mim e logo mais dois. Foi a vez de eu soltar Fúria Vermelha para derrotar os oponentes com toda a sua força e Fúria Azul para proteger os dois reféns que ali estavam. Não era uma batalha oficial e eu usei três pokémons de uma só vez, em que eram eles quem mais decidiam qual ataque usar. Logo os venci e corri para o próximo andar, deixando Fúria Azul cuidando dos reféns. Fúria Vermelha se espremeu pelas escadarias, mas conseguiu passar ao próximo nível. Novamente mais rockets. Fúria Vermelha se adiantou e mal os inimigos mostraram seus pokémons, ele começou o ataque, vencendo golbats e porygon, enquanto meus outros dois pokémons venceram zubat, oddish e ekans. De acordo com os derrotados rockets o próximo andar estava o diretor. Então deixei Fúria Vermelha prendendo os rocket com sua cauda, enquanto eu e Nido e Tahl fomos ao outro andar.

Falei com o diretor, mas ouvi apenas uma risada. Era um impostor, um executivo rocket vestido de diretor. Ele pegou uma pokébola e tocou, iniciando uma batalha. Nido venceu dois koffing, mas o weezing e outros três koffing foi Tahl quem venceu, para que Nido recuperasse o fôlego. Para minha surpresa, no final da batalha, meu quilava brilha e começa a evoluir, transformando-se em um Typhlosion. Era por isso que Tahl queria batalhar, pois estava prestes a evoluir e estava ficando cada vez mais forte, se preparando para sua evolução.




Apesar de derrotado, o executivo rocket continua rindo, dizendo que eu havia perdido e que o diretor não estava ali. Então eu firmo a voz e pergunto onde ele está, mas o cara não responde. Ao ver que tirava uma pistola de sua cintura, Tahl atacou o executivo, fazendo a arma cair ao chão e o pressionando contra a parede. Eu peguei a pistola com a camiseta que havia tirado e apontei para o rocket, que com medo, disse-me que o diretor estava no subterrâneo. Então amarro o rocket com o fio do telefone e cabos da internet, amordaçando-o com sua própria roupa, o faço caminhar conosco, apontando a pistola para ele e ameaçando os rocket de matar seu líder se eles não soltassem. A hierarquia naquela equipe é rígida. Assim fui descendo a torre e agregando Fúria Vermelha, Fúria Azul e os reféns em direção à saída. Meus pokémons estavam furiosos, especialmente Fúria Vermelha e Tahl evoluído. Os rockets foram derrotados e nenhum ousou atirar em nós pois fazíamos o diretor de refém.

Saímos da torre, para surpresa da polícia que se movimentou ao ver a porta se abrir. Alguns reféns estavam soltos e o executivo entregue aos policiais. Falei tudo o que havia ocorrido e logo veio e imprensa encomodar. A polícia disse que agora era com ela, mas uma Jenny (policial) pediu para eu ajudá-los a encontrar o diretor no subterrâneo. E lá fui eu para uma nova aventura...

No subterrâneo da cidade estou acompanhado dos policiais. Meus pokémons estão agora descansando em suas pokébolas. Procuramos entradas, mas o local que não conseguimos ir era uma porta trancada. Não tínhamos a chave dali e, via rádio, Jenny pede informações aos que estavam interrogando o executivo rocket preso. Ele falou que não sabia de chave alguma. Então, repentinamente, um policial apareceu com uma chave mestra (owww gente preparada), mas ela não abria. Foi a vez de usar a força. Eles usaram seus growlite para derrubar a porta, e funcionou. Viram que aquela sala dava para o depósito do shopping da cidade, fazendo com que metade dos policiais se debandassem para o shopping. Eu e alguns policiais ficamos ali andando, após rockets vigias serem vencidos e algemados, percebendo que algumas paredes eram passagem e que havia um sistema de alavancas que os policiais tentavam descobrir a seqüência. Enquanto eu estava ali observando aparece um cara correndo, fugindo dos policiais que estavam de vigia na porta.

Para minha surpresa era Alphon, que me viu na TV e decidiu rumar até ali para ajudar a lutar contra os rockets. Mas ele não sussega enquanto não me vencer. Ali mesmo, após eu disser para os policiais o deixarem pois ele não era rocket, ele decidiu batalhar comigo. E é claro que aceitei. Como primeiro pokémon ele usou um golbat e eu enviei Nido. Dois pokémons venenosos. Foi uma batalha meio demorada, mas Nido venceu. Logo Alphon enviou um magnemite, que não foi dificuldade nenhuma para Tahl, ao contrário do próximo desafiante dele, um feraligatr. Novamente os dois se enfrentam, como na minha primeira batalha contra Alphon, só que naquela época Tahl era um cyndaquil e meu rival tinha seu totodile. Agora ambos estão evoluídos ao máximo e batalhando de forma admirável. Atques de fogo não funcionavam muito bem, por isso meu typhlosion teve que se dedicar à sua velocidade e a ataques de corpo, vencendo o oponente. Recolho meu pokémon e envio Fúria Vermelha e Alphon seu haunter. Não demorou muito para meu gyarados vencer esse rival e o outro: um sneasel.
Alphon estava indignado, mas mesmo assim decidiu ficar ali apra ajudar, colocando poções em seus pokémons para se recuperarem. Repentinamente um som foi ouvido. Algumas paredes se abriram e os policiais começaram a entrar e eu fui junto com eles, seguido por Alphon. Eles haviam conseguido a seqüência das alavancas enquanto eu ajudava Jenny a tentar descobri-las. Alguns ladrões foram revelados, batalhando contra os policiais. Logo estávamos do outro lado das paredes, batalhando com outra rocket, que dessa vez Alphon a venceu. Entramos por uma porta, chegando em uma das salas do despósito do shopping. Lá haviam mais rockets, mas agora eu tinha mais companheiros. Vencemos todos (apesar de Nido ter desmaiado) e logo nós chegamos ao Diretor da Torre de Rádio, que estava escondido, suando frio de medo, em meio a caixas. O Diretor disse da chave para outras partes da Torre de Rádio, entregando-me um Cartão para abrir as portas magnéticas e deter os rockets que lá estavam. Então, parti eu, Alphon e mais quatro policiais novamente à Torre.

Chegando lá, no 3º andar, abri a porta e começamos a subir as escadas. Os policiais deram cabo de uma rocket que estava vigiando a radialista Mary. Logo eu subi mais com meus companheiros e eis que nos deparamos com um executivo e uma executiva rocket, os mesmos de Mahogany. Disse para os policiais deixarem comigo e com Alphon, então uma batalha em dupla foi feita. Usei Fúria Azul e depois dela ser derrotada por um vileplume, foi Fúria Vermelha batalhar. Alphon foi com feraligatr. Juntos vencemos arbok, houdour, murkrow, koffing, houndoom e vileplume. Os rockets foram presos e a Torre de Rádio finalmente foi liberta e o Diretor apareceu a mim e a Alphon nos entregando um Sino Puro, relíquia das lendas de Johto. Estava amanhecendo e eu vi o quão estava cansado. Os dois reféns que estavam ali também foram libertos e eu e Alphon fomos para o CP, após o assédio da imprensa que estava incessante nos locais onde a polícia estava e em volta da torre. Eles nos filmaram e eu falei um pouco, dizendo que tínhamos vencido a Equipe Rocket, mas logo saí dali, deixando com que a policial chefe se encarregasse do relato dos fatos e ouvindo o falar de Irwin que me esperava do lado de fora. No CP todos nos olhavam e nos perguntavam, mas eu só queria descansar e coloquei meus pokémons para descansarem também, como fez Alphon. Logo fui dormir.

No dia seguinte me acordo com a pokégear tocando. Era Bill quem me chamava, dizendo para ir em sua casa. Após pegar meus pokémons fui à casa de Bill, me despedindo antes de Irwin, e percebendo que Alphon havia saído muito cedo. Lá ele me falou que se adimirou de minha coragem em enfrentar os rockets e decidiu me presentear com um filhote de pokémon que havia perdido a mãe. Ele me deu uma eevee, que denominei de Ini. Ele me disse que era um bom treinador que deixava meus pokémons fortes e tinha que entregar para alguém aquele eevee que havia encontrado perdido em um CP, então resolveu me entregar. Agora tenho um novo pokémon. Fiquei ali no Bill algum tempo, relatando os ocorridos e o que tinha visto pela minha jornada (após apresentar Ini aos demais pokémons). Depois, já de tarde, saí de volta ao CP, onde descansei o resto do dia para continuar, no dia seguinte, minha jornada...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Capítulo 25: Desafio Gelado


Chegou o dia de eu enfrentar Pryce, líder do ginásio de Mahogany. Sei que ele usa pokémons do tipo gelo, então deveria usar Tahl para ter mais vantagem. Mas não, eu decido usar meus dois gyarados, para que se tornem mais fortes ainda.

Aquele é um ginásio gelado e Pryce aceita meu desafio. Primeiramente ele usa um Seel e eu envio Fúria Azul.


Os diversos Raios Aurora surtiram pouco efeito em Fúria Azul que, com seu ataque de mordida e Fúria do Dragão não demorou muito a vencer o oponente.


O próximo pokémon de Pryce foi um Dewgong. Então resolvi iniciar Fúria Vermelha nas batalhas de ginásio, enviando-o para batalhar.
Para minha surpresa Fúria Vermelha se esquiva bastante dos ataques de gelo, assim como seus ataques surtem efeito.
O descansar de Dewgong foi o pior movimento, pois em pouco tempo ele estava recuperado e pronto para atacar, enquanto que meu gyarados se cansava. Então pedi para Fúria Vermelha se concentrar no oponente e com sua Fúria do Dragão e Lixar, venceu o desafiante.

O próximo pokémon é um Piloswine. Ele é um pokémon de dois tipos: solo e gelo. Parece ser uma criatura forte, então tenho que tomar cuidado.

Ele parece ser lento, mas é muito rápido para uma criatura daquele porte.
Fúria Vermelha parece irritado com os ataques recebidos, então, com o Lixar feito por duas vezes seguida vence rapidamente Piloswine.

Assim eu venco Pryce, líder do ginásio da cidade de Mahogany, recebendo a Insígnia Glacial.

Logo que saio do ginásio, feliz por ter conseguido mais uma insígnia, minha pokégear toca. É Elm que quer falar comigo. Ele me relata que a Equipe Rocket dominou a Torre de Rádio de Goldenroad e que a polícia não consegue entrar. Elm está preocupado, pensando que eu estava na Torre de Rádio, pois havia me visto na televisão nos ocorridos em Mahogany. Minha mãe está desesperada gritando do outro lado do telefone junto com Elm, querendo falar comigo.
Relato que estou bem, para alívio do pessoal de New Bark. Logo Irwin me liga, falando do tumulto na Torre de Rádio. Depois de falar com o pessoal eu recupero meus pokémon no CP e parto com minha bike para Goldenroad. Quero ver isso de perto. Enquanto caminho às vezes gosto de deixar uma música. Mas em algumas partes há uma estação estranha e em qualquer rádio estão os rockets falando, pedindo para Giovanni os ouvir.
Rumo em direção a Goldenroad, mas no caminho não atravesso a Montanha Morteiro por dentro, mas sim faço a volta nela. O caminho é longo e tive que parar nuns matos para descansar e tirar meus pokémons da pokébola. Certa vez, ao lado da Montanha Morteiro, vi uma criatura andando pela floresta, me observando. Era um suicune, que ficou um tempo me observando, logo saindo daquele local em seus elegantes pulos. Dessa forma continuo a andar de bike até Goldenroad, esperando um novo desafio.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Capítulo 24: O Desafio Rocket

Muitos desafios. Logo que entramos no subterrâneo daquele estabelecimento vimos um grande corredor com estátuas estranhas de persians. Perecia que os olhos das estátuas brilhavam. Ao passarmos por algumas delas um alarme soou, fazendo com que nos déssemos conta de que nas estátuas havia câmeras e sensores. Ficamos parados ouvindo o som do alarme, quando vieram dois rockets, desejando batalhar para impedir nossa passagem. Mas eu e Lance somos fortes e com o dragonite dele e com o meu recém domado Fúria Vermelha derrotamos os koffing e zubat dos inimigos, que logo fugiram.

Percebemos uma calmaria e continuamos a andar. Logo passamos por mais estátuas e mais rockets vieram, sendo derrotados por nossos poderosos pokémons. Fúria Vermelha me entendia, ele queria vingar seu sofrimento, por isso só o usei ali contra os rockets. Repentinamente nos deparamos com um corredor cheio de koffing e voltorb furiosos, que qualquer passo um pouco mais brusco, esses pokémons nos atacariam de forma violenta. Mas foi isso o que ocorreu. Alguns koffing se avançaram sobre nós e começaram a libertar seu gás venenoso, mas fomos rápidos e corremos em direção a uma escada. Ficamos livres dos pokémons exaltados, mas ouvimos um alarme soar ao longe. Não veio nenhum rocket, com excessão daquele que estava sentado na escada e que, ao nos ver, levantou-se e partiu para a batalha. Porém, seus rattatas não eram tão eficientes e rapidamente Lance rendeu o bandido com seu dragonite, dizendo de onde vinha o sinal, e ele falou que não sabia e mesmo se descobríssemos, não poderíamos interromper o sinal sem as senhas. Logo ele deu um jeito e escapou dali.

Descemos a escadaria e dos deparamos com um lugar fechado, onde os sinais de onda são mais fortes. Ali que temos que chegar, mas para isso temos que pegar as senhas (se é que elas realmente existem). Então resolvemos nos separar para catar a tal senha, nem que seja arrancá-la a força dos rockets. Então parti eu com Fúria Vermelha deslizando pelos corredores, vencendo muitos rockets, até mesmo seus cientistas. Eu estou furioso, juntamente com meu pokémon. Ameacei de morte muitos membros da equipe rocket, colocando as presas de meu gyarados em suas cabeças. Essa estratégia funcionou, pois uma mulher falou a senha, dizendo que ela era inútil sem a senha que está com o líder. A senha é RABO DE SLOWPOKE. Viro as costas para a mulher e procuro a sala do executivo líder. Enfrento mais rockets e perto da sala do executivo chefe, uma surpresa: Alphon.

O que ele faz aqui? É um membro da Equipe Rocket? Não, ele disse que havia me visto e seguido eu e Lance. Disse que estava ali para treinar e que queria derrotar toda aquela equipe inútil. Então eu e ele (admirado com meu gyarados avermelhado) entramos na sala do chefe executivo, após digitar a senha. Ali estavam alguns rockets e o executivo. Alphon disse que cuidaria dos comuns, que era para eu vencer o executivo. Então começa uma batalha.

O Executivo Rocket possui somente três pokémons. Ele usou primeiramente um forte zubat, que não foi problema para Fúria Vermelha. Logo ele enviou um raticate, que igualmente foi fácil de vencer, assim como o próximo pokémon: um koffing. Alphon também venceu com seu haunter os dois rockets. Os inimigos rapidamente saíram dali, ficando apenas o executivo que tentava proteger um murkrow, que ele mandou que fugisse. Mas em um golpe rápido, o haunter de Alphon pegou o murkrow e nós lemos o que havia em seu anel na perna. Era a outra senha: GRANDE GIOVANNI. O murkrow ficou ali, já que seu treinador, o executivo, havia fugido.









Eu e Alphon corremos em direção à possível sala de máquinas, onde encontramos Lanca ali na porta. Apresentei Alphon a Lance e este disse que havia convocado (e convencido) a polícia do esconderijo da Equipe Rocket. Ao ouvir a palavra polícia, Alphon ficou tomado de pavor e saiu dali com a desculpa de cuidar para ver se nenhum rocket estava vindo. Acho que ele tinha medo de que a polícia o prendesse devido ao ato que ele fez no laboratório de Elm tempos atrás.

Logo que Alphon virou as costas, apareceram os dois executivos rockets, um homem e uma mulher, ambos querendo nos impedir de abrir a porta. Mas tivemos que batalhar e Alphon nos disse: "eles não serão problema para vocês, lamento não poder ajudá-los agora!".

Foi realmente uma batalha em dupla. Lance usou se poderoso dragonite, enquanto que eu usei meu furioso gyarados vermelho. A executiva tinha igualmente três pokémons como seu companheiro que batalhava contra Lance (que usou um raticate, crobat e weezing). A minha desafiante usou uma arbok, um murkrow e um gloom que não foram problema para o ataque Lixar de Fúria Vermelha. Ao vencermos eles ficaram discutindo conosco, mostrando-nos algumas armas de fogo em suas cinturas, nos ameaçando. Mas por sorte chegou a polícia que pôs a correr os dois bem a tempo. Conversamos rapidamente com a oficial Jenny e abrimos a "sala de márquinas" através da senha.


Era dali que vinha a onda que forçava a evolução dos pokémons (e que aquele esconderijo subterrâneo não era afetado). Vimos quem gerava energia: eram pobres electrodes estressados. Lance disse para cansarmos os electrodes com batalhas para eles serem removidos dali e levados ao CP. Então coloquei Fúria Vermelha de volta à pokébola, pois ele está bastante cansado e enviei Tahl que começou a atacar um electrode por vez, vencendo três deles.


Estava tudo mais calmo. Os policiais não conseguiram pegar os líderes rockets e Alphon não foi achado. Os pokémons que estavam ali naquele esconderijo sofrendo nas mãos dos rockets foram transportados ao CP e a onda que forçava a evolução dos pokémons parou. Mas eu fiquei pensando: poderia ter me ferido se os rockets tivessem usado a arma... e por qual motivo as batalhas foram fáceis, será que meus pokémons são fortes ou será que os rockets são fracos ou será que eles fingem fraqueza para disfarçar algum ato mais grandioso? Não sei.

Me alegrei ao ver no meio dos policiais um cara que todos procuravam: o líder de ginásio de Mahogany, que Lance havia me dito quem era. O velho estava nas montanhas treinando com seus pokémons, por isso havia sumido. Estranho ele ter aparecido logo agora que os rockets estavam sendo derrotados. Logo Lance se despede de mim e voa com seu dragonite antes que a imprensa apareça. Ele me agradece e espera me ver na Liga Pokémon. Também saio dali antes da imprensa e vou em direção ao CP. Saí cauteloso, pois nem havia reparado e já estavam filmando enquanto eu conversava com os policiais acerca do ocorrido.

Ao chegar ao CP a enfermeira Joy pediu minha ajuda, pois soube que eu havia vencido os rockets ao lado de Lance e os treinadores que ouviram isso começaram a se aglomerar à minha volta. Eu fiquei tímido e pedi um pouco de descanso, então eles me deixaram um pouco sozinho, vindo uns e outros conversar comigo, enquanto eu pedia para manter sigilo do que eu fiz (questão de segurança). Então fiquei no CP. Já estava noite e eu descansei ali, esperando o dia seguinte para desafiar o líder de ginásio da cidade de Mahogany...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Capítulo 23: Um Gyarados Diferente

Continuo eu e meus pokémons em nossa gloriosa jornada. Rumo ao leste, onde chego à Montanha Morteiro, um lugar um tanto escuro, em que há uma passagem em forma de caverna, mas que certamente abriga criaturas bem diferentes de outros lugares que já fui.

Por isso guardo minha bike dobrável e vou andando ao lado de Nido e de Tahl por dentro da montanha. Ali encontramos zubat (algo muitíssimo comum em quase qualquer lugar), marill, machop e geodude. Para variar encontramos alguns treinadores ali também, em que meus pokémons saíram vitoriosos.
Permaneci algum tempo naquela montanha. Dois dias e duas noites para ser mais exato, caminhando não tão apressadamente como de costume, apreciando a beleza daquele lugar e as criaturas que ali vivem. Ora, apesar de eu estar em uma jornada, não posso esquecer que antes sou pesquisador, ou melhor, ajudante do professor Elm, que aliei pesquisa de campo à coleção de insígnias.

Depois de mais andar estava na cidade Mahogany, onde rapidamente vou ao CP descansar pra valer, recolhendo informações daquela cidade com conversas entre treinadores que por ali também estão e com a enfermeira Joy. Soube, através dessas conversas, que o líder do ginásio da cidade desapareceu e que muitos treinadores permanecem na cidade esperando a sorte de encontrar o líder do tal ginásio. Pelo menos soube que tipo de pokémon são usados nesse local: tipo gelo. Tahl provavelmente será eficiente contra esses pokémons gelados. Fui no ginásio conferir e realmente me falaram ali do desaparecimento do líder.

Como não há anda para fazer ali e estou bem próximo ao famoso Lago da Raiva, resolvo ir para lá, ver o que tem tão de especial nele. Monto minha bike e pedalo ao lado de Tahl e Nido rumo ao tal lago, seguindo a estrada. Ao passarmos por uma construção, que diz ser a recepção do tal lago, fomos surpreendidos por dois caras que ao me verem rapidamente tiraram seus bonés pretos (acho que já vi esses bonés antes), dizendo que estão cobrando pedágio para a visita ao Lago, já que ele precisa ser cuidado. Prontamente dou um quantia quase que absurda de dinheiro (a maioria da venda de ítens que achei pelo caminho). Eles não me deixaram contestar e já foram me empurrando para a entrada do lago, pedindo meu dinheiro. Para evitar confusão eu o dei, mas havia algo de estranho ali.

Meus pokémons parecem meio tontos naquela região, por isso os coloquei de volta à pokébola. Algumas pessoas se aglomeravam na margem do lago para ver algo extraordinário: a movimentação da água por alguns gyarados e magikarps que estão como zonzos e um diferente gyarados avermelhado. Avermelhado? Os gyarados não são azuis?

Pois é, esse gyarados é diferente e é ele quem causa maior agitação, atacando os de sua raça, atordoando-os ainda mais. Parecia que ele deveria ser acalmado, pois até mesmo as pessoas que o assistiam eram ameaçadas por seus Hiper Raios. Fico olhando de longe e resolvo dar umas bandas por aquela região. Os pokémons estão bem atordoados e até furret's correm de um lado a outro como os farfetch'd's. Batalho com alguns treinadores que tem os pokémons atordoados como os meus. Mas mesmo assim os venço. Logo chego à casa de um cara, que está parado em sua porta vendo a agitação dos pokémons. Ele me recebe bem, observando comigo aquela estranha agitação.

Os ataques do gyarados avermelhado atingem ali perto de onde estávamos e eu resolvo acalmar aquela criatura. Dá um certo medo, mas criei coragem para nadar sobre Fúria Azul e tentar acamá-lo. Eu adoro gyarados e quero tentar protegê-lo antes que alguma organização que se diz protetora dos animais o sacrifique. Pego Fúria Azul e monto nela, que me leva ao meio do lago, onde está o gyarados vermelho. Fúria Azul é habilidosa e se desviou dos outros de sua espécie. Assim inicia uma batalha entre os dois gyarados, sendo que em um deles eu estava em cima.

Apesar de todos os ataques, o gyarados vermelho não desistia. Ele estava cansado e eu estava com medo de que os demais gyarados o atacassem, como vi isso ocorrer algumas vezes quando eu estava andando pelas margens. Se os outros gyarados o atacarem, provavelmente ele será morto. Por esse motivo utilizo pokébolas para pegar o gyarados avermelhado. Depois de duas pokébolas eu consegui pegá-lo, acalmando mais ainda aquele lago. Mas mesmo assim os pokémons ali estavam meio atordoados e a própria Fúria Azul está meio tonta, não só devido a batalha, mas a algo que eu também sinto, parecendo uma coisa estranha que puxa o corpo. Não há bem como explicar tal sentimento, mas isso também me deixa um pouco tonto.

Ao retornar à margem do Lago coloquei Fúria Azul de volta na pokébola e um cara com uma capa escura e cabelos arrepiados veio falar comigo. Ele se apresentou como Lance (seria o famoso Lance, vencedor da Liga Johto?), falando com admiração da maneira com que batalhei e tentei acalmar o gyarados vermelho.


Ele me falou o que estava ocorrendo ali. A Equipe Rocket usa ondas com frequência semelhante às ondas de rádio para forçar a evolução dos pokémons, algo que provavelmente tenha atingido aquele gyarados vermelho que capturei. Com um aparelhinho, Lance o direciona a Mahogany, dizendo que lá estava a origem das ondas que forçam a evolução. Ele pediu a minha ajuda, pois viu a força de meu gyarados. Prontamente aceito, então eu e ele rumamos rapidamente à Mahogany, onde adentramos em uma loja de cosméticos que ele suspeitava ser a base da Equipe Rocket. Ele já havia estado ali e analisado, mas precisava de alguém para ajudá-lo a deter os inimigos, procurando algume treinador forte nas imediações do Lago enquanto verificava com certeza se as ondas de estranhas vinham mesmo da cidade. No caminho à Mahogany eu liguei o rádio da minha pokégear e interceptei uma estação estranha, confirmando as suspeitas de Lance.

Com violência Lance rendeu os dois "vigias" da loja com seu dragonite, apertando um botão em que abria uma passagem secreta. Vimos que nas coisas que havia para vender tinha rabo de slowpoke, algo proibido e que a Equipe Rocket já tentou vender antes. A polícia de Mahogany não interfiriu, pois necessitava de provas concretas para invadir o estabelecimento comercial, além do mais, estava ocupada procurando o líder do ginásio dali. Assim entramos no covil dos rocket's, um lugar de muitos desafios e perigos...

Mas agora tenho comigo um novo companheiro, o gyarados avermelhado, cujo nome é Fúria Vermelha...