sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Jornada: Capítulo 5: Primeira batalha de ginásio

As Salam 'Alaikum!

Violeta ainda é uma cidade que me chama a atenção. Mas o que agora importa é a batalha de ginásio. Se eu vencer essa batalha terei a minha primeira insígnia de oito e estarei um pouco mais próximo da Liga Johto.

O ginásio se destaca das demais construções por ser diferente. Ao entrar nele me deparo com um campo de batalha e lá conheço Falkner, líder do ginásio. Ele é de uma família de criadores de pokémon voadores e aceitou me desafiar. Batalha 2 vs 2, embora seja 2 vs 1, pois só tenho cyndaquil como pokémon. Mas não desisto e a batalha começa.

Falkner envia seu pidgey e eu envio cyndaquil (Tahl) que está no junto comigo, fora da pokébola. É uma batalha de esquiva e velocidade, em que o pidgey usa o "agarrar", "ataque de areia" e "ventania", contra Tahl que usa "agarrar" e "brasa". A luta nao foi tão difícil como achei que fosse e Tahl venceu pidgey. Agora Falkner enviou seu pidgeotto, que é a forma evoluída de pidgey e tem quase os mesmos ataques, porém mais fortes. Novamente foi uma batalha de esquiva e rapidez em que Tahl, com seu potente "brasa", vence o pidgeotto de Falkner, acabando de vez com a luta nesse ginásio.

Logo após vencer Tahl me dá uma surpresa: ele evolui para um quilava. Agora meu companheiro está mais forte e Falkner me dá minha primeira insígnia: a insígnia Zephir. Saio do ginásio com Tahl evoluído e enquanto rumava feliz para o CP, Elm me liga, dizendo que era para eu ir ao CP de Violeta pois seus assistente estava me esperando lá. Vou correndo e encontro o ajudante do Professor Elm.
O assistente me diz que aquele Ovo Estranho só chocaria se estivesse perto de pokémon ativos. Como sou de confiança de Elm, ele me pediu para cuidar do ovo enquanto faço minha jornada. Mas, quando o ovo começar a brilhar (chocar) era para eu falar com ele e ir o mais rápido possível a New Bark. E assim fico eu com um ovo misterioso. Após descansar em Violeta, saio da cidade, passando por uma rota onde não consigo atravessar, pois há uma criatura semelhante a uma árvore que ataca qualquer um ali. Não se sabe o que é essa criatura, pois sua pele é dura e raramente é vista. Espero um tempo ali para ver se a encontro, mas só vejo ela correndo de um lado a outro da floresta, às vezes tocando pedras em mim e nas pessoas que querem passar por aquele caminho. Não fico mais tempo ali, pois vejo que existem outros caminhos no mapa. Então pego rumo em direção às Ruínas Alph.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Dica de Livro

S-s-s!

Para quem quer conhecer um pouco dos pensadores da renascença européia, vale a pena ler A Utopia, escrito por Thomas Morus, um inglês que viveu no século XVI. No livro o autor fala acerca de uma ilha utópica, ou seja, um lugar fictício onde tudo é justo e tudo dá certo (no grosso modo, isso significa utopia). Relata a vivência das pessoas, os comércios dessa civilização utópica, assim como suas leis.
O livro em si é meio chatinho de ler, devido ao palavreado, mas vale a pena pelo menos dar uma conferida, já que a obra pode ser considerada um marco do pensamento utópica. Quem leu o livro ou conhece um pouco dele lembra rapidamente dessa obra quando ouve a palavra "utopia" e seus derivados. Mas como é um lugar fictício onde tudo dá certo (coisa "irreal"), então a obra não tem muita ligação com a realidade, certo? Errado!
As missões (reduções) jesuítica do século XVIII foram baseadas em utopia (basta ver a distribuição dos prédios e sua forma), assim como sua vivência sócio-econômica. Também, os países atualmente planejam algo para o futuro em que tudo é 'lindo e maravilhoso', tudo dando certo. Isso é uma utopia. Em nossas vidas também, quando queremos que tudo saia conforme o planejado. E quer coisa mais utópica que uma instituição de ensino? Putzz.
Bueno! O livro é recomendado. Creio que pode ser encontrado em qualquer livraria e sebo, já que é muito conhecido em vários países e já foi publicado por diversas editoras ao longo de muitos anos.

Jornada: Capítulo 4: Desafio na Torre

Eu e meu amigo cyndaquil andamos por Violeta e entramos na tão famosa Torre Brotinho. Que lugar distinto. Existem estátuas de Bellsprout em vários lugares nessa torre e seu pilar central mexe como um bellsprout. Os monges que vivem nesse lugar dizem que o pilar "balançante" protege a torre de terremotos e que cada vez que alguém batalha nessa torre, o pilar se fixa mais e fica mais forte.

Como sou um treinador, fico ansioso pelas batalhas e quais criaturas terei que enfrentar ao lado de Tahl. Mas, como também sou um pesquisador, não deixei de notar os pokémon existentes nessa construção. Rattata é muito comum. Acho que essa espécie é a mais comum de todas, pois está em todo o lugar. Ali também há gastly, que vejo raramente atravessando as paredes. Não posso esquecer os zubat que fazem seus sons nas partes escuras da torre.

Bueno! Yo voy hasta muchos lugares. Subo os andares e enfrento muitos monges. Se eu derrotar todos e vencer o líder, ganho um presente, um HM Luz. Com ele meu pokémon aprende um golpe novo e pode iluminar lugares escuros. Os monges usam bellsprout e Tahl leva vantagem, pois é uma criatura de fogo, contra os bellsprout que são de planta.

No último andar encontro Alphon, que derrotou o líder dos monges e recebeu seu prêmio. O líder dos monges, Li, disse para Alphon tratar seu pokémon com mais cuidado. Porém, ele é cabeça dura e ao me ver disse que foi fácil vencer o monge. Logo ele parte.

Agora é minha vez de enfrentar Li. Ele usa dois bellsprout e um hoothoot. Tahl batalha duro contra esses pokémon, mas acaba vencendo. Recebo o HM Luz de Li e ele disse que estou no caminho certo, tratando meu companheiro cyndaquil com carinho e amor (ui, que meigo). Bom, mas foram as palavras do monge né. Para mim Tahl é um amigo.

Então eu saio da Torre Brotinho, levando boas lembranças e muitos aprendizados daqueles monges. Está anoitecendo na cidade Violeta. Eu caminho em direção ao ginásio para ver onde é. No próximo dia irei desafiar o líder daquele ginásio e se for forte o bastante, ganhar minha primeira insígnia.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Jornada: Capítulo 3: Companhia à Violeta

Namastê!

Continuando minha jornada pelo mundo pokémon: saio eu de New Bark acompanhado apenas de Tahl. Na saída da cidade um cara vem falar comigo, dizendo que já me viu entrar e sair da cidade, então perguntou se eu precisava de ajuda para capturar algum pokémon, já que ele me vê apenas com um cyndaquil. Digo que não há necessidade, porém, ele vê um rattata e o captura. Disse ele que estava atrás daquele rattata há bastante tempo.

Passo novamente por Cerejeira, mas não fico muito tempo lá não, logo parto para a cidade Violeta, mas antes devo novamente atravessar a Rota 30. Essa rota é cheia de treinadores (peguei um caminho diferente daquele que fui à casa do Sr. Pokémon). Um desses treinadores se tornou um parceiro de viagem. Ele se chama Joey e possui um rattata. Antes de partirmos juntos à Violeta, nós batalhamos. Tahl é forte e venceu o rattata de Joey.
Andamos pela Rota 30, onde enfrentamos outros treinadores. Conhecemos a entrada da Caverna Escura. Joey se admira que enquanto estou andando, fico pesquisando as criaturas que encontro pelo caminho. Logo chegamos à Violeta. O destino de Joey nessa cidade é ir à escola de treinadores. Eu o acompanho e lá aprendo muitas dicas. Joey fica nessa escola e eu me separo dele, andando pela cidade e conhecendo-a. Principalmente procuro a famosa Torre Brotinho.

Dica de Livro


As Salam 'Alaikum!


Aí vai uma dica de livro para quem quer "ficar por dentro dos termos" falados. O que é ter complexo de Édipo? (um filho desposando a própria mãe). Por qual motivo o Complexo de Édipo tem o nome de Complexo de Édipo? Aí vai uma resposta: leia o livro Édipo Rei. Tem como autoria Sófocles (495 a.C. - 406 a.C.) que vivei em Atenas, na Grécia.

Pra quem não é acostumado com tal leitura, o livro parece ser meio chatinho, mas é ao mesmo tempo massa. Parece uma peça de teatro, em que aparece o nome da pessoa, logo em seguida a fala; sem falar que tem O CORO e partes em que diz "mais animado", "forte e bem marcado", "entra tal pessoa", "sai tal pessoa". Para quem quiser fazer alguma encenação no colégio de algum pensador grego (válido principalmente para as disciplinas de História e Filosofia), o livro Édipo Rei é uma dica, já que é bem pequeno, com 104 páginas e as letras são grandes, tendo bastante espaçamento entre um parágrafo e outro.
O livro que tenho é esse que está na figura. Aqui na cidade paguei 8 pila por ele. É da editora L&PM POCKET, da coleção de livros de bolso é o nº 129.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Jornada: Capítulo 2: Se tornando um treinador



As Salam 'Alaikum! Continuando a jornada pokémon...

Eu e Tahl saímos de Cerejeira e partimos rumo à casa do Senhor Pokémon. Chegando lá não conheço apenas esse homem, mas também o famoso Professor Carvalho, vulgo OAK. Ele me esperou ali para me conhecer e me deu uma pokéagenda para "catalogar" os pokémons que eu verei. Oak disse que tenho o perfil para ser um bom treinador e me aconselhou colecionar as insígnias de Johto.

Apesar de nossa boa conversa (eu dizendo que quero continuar pesquisando e não tenho tempo para jornada), Oak foi embora. Fiquei naquela noite na casa do Senhor Pokémon, pensando no que Carvalho havia falado. Posso sim fazer uma jornada como treinador e ao mesmo tempo pesquisar o comportamento dos pokémon. Bom, está decidido. Isso eu farei ao lado de Tahl.

Na manhça seguinte o Sr. Pokémon me dá um ovo estranho para levar a Elm. Por falar em Elm, ele me ligou logo depois que saí da casa do Sr. Disse-me que um pokémon havia sido roubado de seu laboratório. Que mundo estamos? Roubando uma pobre criatura? Ando o mais rápido possível até New Bark, mas o caminho é longo e tenho que passar novamente por Cerejeira. Ali novamente pernoito no CP e rumo em direção a minha cidade natal de manhã cedo. E eis que ocorre minha primeira batalha contra um treinador na saída da cidade. Um jovem de cabelos "compridos" denominado Alphon quis batalhar comigo. Eu o conheço de vista. Ele é de minha cidade. Alphon me disse que havia me observado pegar um pokémon do laboratório do professor Elm. Ele não gostava muito de mim, pois dizia que fazia tudo certinho. Na verdade Alphon queria fazer as coisas "certas", mas tinha vergonha.


Nós batalhamos. Ele usou um totodile (mera semelhança com o pokémon roubado de Elm?) e eu usei Tahl, o cyndaquil. Foi uma batalha difícil, mas acabei vencendo com meu parceiro. Continuo então minha ida até New Bark, após ouvir as reclamações de Alphon que partiu para lado oposto. Chegando no laboratório de Elm, eu encontro a polícia. Eles me deram as características do ladrão e eu disse que havia o encontrado. Elm lamenta pelo totodile roubado, mas me diz uma coisa: Alphon era o treinador que ele esperava para dar um pokémon; então, na verdade Alphon não roubou, apenas pegou seu pokémon sem Elm saber. Mas a polícia está atrás dele.
Entrego o ovo estranho a Elm, que se espanta juntamente com seus ajudantes. Digo-o que conheci Carvalho e que ele havia me dado uma pokéagenda. Elm apóia minha decisão de pesquisar e ser um treinador ao mesmo tempo. Um de seus ajudantes corre e me dá cinco pokébolas às pressas, desejando-me boa sorte. Saio do laboratório e voi direto à minha casa, falo com minha família e parto juntamente com Tahl em uma jornada pokémon. Agora sou realmente um treinador. Tenho pokébolas, uma pokéagenda, um mapa, um aparelho em que está o mapa e que funciona como rádio e celular. E o mais importante: tenho um pokémon. Ele é Tahl, um pokémon do tipo fogo. Meu companheiro cyndaquil.

Uma jornada pelo mundo

Bahh!! Que sonho viajar pelo mundo acompanhado de animais. Porém, os humanos fazem do mundo um lugar perigoso (principalmente a cidade de Santa Maria que tá se superando), motivo pelo qual devemos andar armados e prontos para matar quem for necessário (to procurando um revolver ou qualquer outra arma de fogo pra compra, quem souber me fale; até mesmo uma katana bem afiada). No "mundo pokémon" as principais armas são os próprios pokémon (coitado dos bicho, são explorados em rinhas, mas é um mundo fictício para a diversão, logo, não há com o que se preocupar).



Vocês vão acompanhar às vezes a jornada que "eu" fiz por Johto, logo indo a Kanto, depois outros lugares do mundo pokémon, começando pela versão dos jogos Crystal.



Comecei minha jornada em minha cidade natal: New Bark. Ela é tão semelhante a Santa Maria, pois sua densidade demográfica é bem parecida, assim como a distribuição das casas e o terreno. Professor Elm pediu-me um favor: pegar um ovo pokémon com o Senhor Pokémon. Elm está pesquisando muito e não tem tempo para isso. Como eu sou um amante da vida selvagem (isso vai além do jogo), ele lembrou de mim, pois também o ajudo em suas pesquisas e já sou um profissional especializado em História Ambiental e se especializando em História Natural (ambas as especializações fazem parte da vida real, embora esteja ainda na graduação). Ele pediu para ir a seu laboratório e lá escolher um companheiro. Escolho um Cyndaquil, que ponho o nome de Tahl ("fogo" no idioma que criei).









Indo à casa do Senhor Pokémon na Rota 30, passo pela cidade Cerejeira, sendo que no caminho Tahl batalha com diversos outros pokémon. Sua primeira batalha foi contra um sentret selvagem, que parecia furioso ao ver a gente em seu território.












Por fim chego a média cidade Cerejeira, onde conheço um simpático velho que me guia pela cidade, falando diversas coisas interessantes para quem inicia uma jornada. Esse velho gostou tanto de mim que me deu um mapa de Johto, algo muito necessário em minha viagem.

Antes de ir ao Senhor Pokémon, repouso em Cerejeira, em seu simples CP (centro pokémon, lugar de descanso para treinadores e de repouso aos seus companheiros pokémon). Eu e Tahl estamos nos dando bem. Ele fica pouco tempo na pokébola, pois não gosto que fique confinado. Geralmente ele anda no meu ombro, quando não lado a lado comigo.