domingo, 9 de agosto de 2009

Capítulo 21: A Poção Secreta

Apesar de eu e Huey termos 'navegado' sobre nossos pokémon pelo mar parte da noite para chegarmos à Cianwood, chegamos bem. Essa cidade é bem legal, mas não estávamos aqui para passeio, mas sim, para pegar uma poção secreta. Entramos no CP para pedir informação onde poderia encontrar uma poção muito eficiente para o Ampharos do farol de Olivine, e a enfermeira Joy nos fala, indicando o caminho.

Enquanto estava ali dentro meu "telefone" tocou. Era Anthony, o andarilho, que estava afim de me falar informações sobre alguns pokémon que ele encontrou na Caverna Escura. Ele me falou de bandos de Dunsparce que por ali viviam. Fiquei interessado em visitar esse local e ver alguns dunsparce, porém tive que desligar e acompanhar Huey até o cara da poção secreta.

Chegamos no fazedor de poções. Ele tinha alguns shuckle e logo que viemos com um bilhete de Jasmine relatando o estado do pokémon do Farol, logo o cara nos deu uma poção, dizendo-nos para irmos de volta a Olivine o mais rápido possível. Novamente eu montei em Fúria Azul e Huey em seu poliwhirl e assim nos dirigimos, por mar, de volta a Olivine.

De volta a essa cidade corremos para o Farol, onde subimos suas grandes escadarias até chegarmos ao topo, onde entregamos a poção à Jasmine, que deu ela a ampharos (essa criatura ficou doente já muitas vezes, vários treinadores já tiveram que ir à Cianwood pegar a poção, disse-nos Jasmine). Depois de um descanso e dentro de pouco tempo o ampharos já estava com todo seu vigor, brilhando sua cauda para demonstrar sua saúde. Jasmine nos agradeceu e disse que agora estava apta a retornar às suas tarefas de líder de ginásio. Eu e Huey vamos ao CP para descansar nossos pokémon e comer alguma coisa, pois estamos famintos. Dormimos aquela noite e na próxima manhã nos dirigimos ao ginásio, pois Huey quer me ver batalhando contra Jasmine. A líder do ginásio aceita o desafio e então iniciamos uma batalha...






sábado, 1 de agosto de 2009

Capítulo 20: Mais Andanças!!




Caminho com meus companheiros pela Rota 38, onde vemos diversas criaturas e batalhamos com mais alguns treinadores. Essa região é bem bonita. Após alguns dias de viagem, chegamos à uma fazenda, chamada de Fazenda Mumu.

Esse é um local onde embalam os leites de Miltank, logo, ali criam muitas miltank. Só que uma das preciosas miltank premiadas está doente e o dono do estabelecimento, vendo que sou um estudioso, principalmente de lendas pokémon ao longo da história, pede minha ajuda. Por isso pernoito no local.


No dia seguinte acordamos cedo e eu e umas crianças da fazendo fomos procurar frutos, que somente isso que miltank comia enquanto tomava seus remédios. Foi o dia inteiro catando frutos, com a ajuda de Nido e Tahl. Damos de comer os frutos para miltank que logo fica bastante disposta.


No outro dia o dono da fazenda veio me acordar muito feliz, pois sua miltank premiada estava dando leite novamente e estava saudável. Ele me agradeceu, dando ainda uma garrafa daquele precioso leite. Mas já é hora continuar a viagem, me despedindo do pessoal dali e rumando para o sul. Pego minha bike e pedalo, enfrentando pelo caminho alguns treinadores, até chegar de noite em Olivine.


Pra minha surpresa encontro Alphon na rua. Ele me diz que o ginásio está vazio pois a líder está cuidando de um pokémon doente no farol. Mas como é de meias palavras, logo ele parte. Levo meus pokémons ao CP e fico zanzando por Olivine enquanto eles se recuperam. Como em um restaurante e logo retorno ao CP, onde poso. Porém, ainda tá cedo. Pego meus pokémons e dou mais uma volta pela cidade, resolvendo ir ao famoso farol, onde, pra variar, encontro um monte de treinadores. Um deles, Huey (que adiciono na Gear), foi um bom adversário e vendo que eu ia ao topo do farol (que por sinal pouco funcionava), resolveu me acompanha.


No topo da torre do farol encontramos Jasmine, a líder do ginásio de Olivine cuidando de um ampharos. Ela deu pouca atenção a nós, mas nos confiou uma missão: ir até Cianwood e pegar uma poção secreta. Rapidamente aceitamos a tal missão, indo naquela noite mesmo (devido a urgência da doença que até o pessoal do CP estava mais concentrado nesse caso). Fúria Azul é um bom nadador e durante a viagem nossa até Olivine treinamos como ele poderia me carregar. Então assim fomos a Cianwood naquela noite, eu sobre um gyarados e Huey sobre um poliwhirl.




domingo, 26 de julho de 2009

Capítulo 19: Desafios em Ecruteak: parte 3


Durante os dois dias que fiquei na rota 38 eu conheci diversos pokémon, entre eles o pineco, que estava pendurado nas árvores. Também conheci a treinadora Danna que me acompanhou durante esses dois dias. Eu e ela treinamos bastante, embora ela deseje participar de Concursos. O Flaaffy e o Psyduck dela ajudaram meus pokémons a terem melhores habilidades. Eu agrego o contato dela na minha Gear.
Danna é uma boa pessoa e juntos observamos os pokémons selvagens. Quando considerei meus companheiros mais fortes, me despedi da guria e retornei à Ecruteak, onde novamente desafiei Morty.

Foi uma batalha difícil, mas eu tinha uma boa estratégia que com um único pokémon venci o líder de ginásio. O pokémon forte que eu escolhi foi Fúria Azul, que com sua potente mordida venceu o Gastly, o Gengar e os dois Haunter de Morty. Assim, eu consegui mais uma insígnia para minha coleção. A insígnia Névoa, da cidade de Ecruteak...





Capítulo 18: Desafios em Ecruteak: Parte 2

Chego à Torre Queimada onde conheço Eusine e Morty, sendo este o líder do ginásio da cidade. Eles falam que estão atrás de três canídeos lendário que provavelmente estejam naquela torre, pois rumores afirmam que por esse local foram vistos.

Mas, quem eu encontro ali também é Alphon, que apesar de estar ali para ver algum lendário pokémon, não perde a chance de batalhar comigo. Então ocorre uma batalha de 4 x 3. Primeiramente Alphon envia seu Haunter, que meu Nido perdo, fazendo com que eu envie Fúria Azul, que em pouco tempo vence. Logo meu rival manda um Magnemite e eu, vendo a vantagem do tipo de Tahl contra esse pokémon, o envio. Tahl vence rapidamente, logo batalhando contra Croconaw. Essa foi uma batalha difícil, em que acreditei que poderia ter perdido. Mas Tahl foi rápido e venceu Croconaw, logo vencendo um Zubat.
Com toda a movimentação da batalha, o chão de madeira da Torre se desfaz sob meus pés, fazendo com que eu caísse em um buraco juntamente com Tahl. Alphon fica me olhando lá de cima, me chamando de tolo por ter caído lá. Peço para ele me ajudar, então ele sai atras de alguém, encontrando Eusine.

Enquanto isso ando por aquele porão escuro à procura de uma saída. Tahl me ilumina e repentinamente nos deparamos com três grandes criaturas. Eram os três cães lendários que ao me verem, rapidamente começaram a gritar e fugiram, com excessão de um azul, que ficou saltitando ao redor de mim e de Tahl, logo saíndo daquele lugar. Tratava-se de um Suicune e Eusine, juntamente com Morty e Alphon viram de relance essa criatura, correndo em minha direção após ela sair. Todos nós ficamos admirados por termos visto, nem que seja por um breve momento, os cães lendários.

Fomos todos ao CP para no outro dia irmos ao ginásio e desafiar Morty. Alphon está comigo e quer ver como eu me saio na batalha.

Chegou o próximo dia e eu entro no ginásio. Alphon está na platéia, não sei se torcendo pela minha vitória ou derrota. Morty inicia com um Gastly que não foi problemas para Fúria Azul que o venceu rapidamente. Logo foi enviado um Haunter, que meu gyarados igualmente derrotou com suas mordidas. O próximo pokémon do líder foi um Gengar que com rapidez derrotou Fúria Azul com seus ataques fantasmas. Então enviei Tahl, que também foi derrotado pela bola sombria, assim como Nido.

Não tinha mais pokémons! Perdi uma batalha de ginásio e sorrateiramente Alphon saiu dali, rindo um pouco e me dizendo: "Deve treinar mais, até logo!". Aquelas palavras me afetaram bastante. Por isso saí do ginásio direto ao CP e, quando meus pokémons já estavam recuperados, fui de bike à rota 38, onde comecei a treinar mais.

domingo, 21 de junho de 2009

Capítulo 17: Desafios em Ecruteak: Parte 1


Chego cansado à cidade Ecruteak, indo direto ao CP. Lá dentro conheço Bill, responsável pelo transporte de pokébolas via PC. Ele se admirou com meus pokémon, puxando assunto quando estávamos nos alimentando. Falei qual era meu objetivo e que estava pesquisando, tornando-se uma longa conversa. Na manhã seguinte ele foi embora.

Nessa manhã me dirigi ao Ginásio para poder desafiar o líder dali. Porém, um velho disse-me que o líder não estava e que era para eu voltar mais tarde. Então, dou umas bandas pela cidade com o intuito de conhecê-la. Ao sentar no banco da praça um velho veio falar comigo, percebendo que sou viajante. A conversa foi boa, pois ele me disse um pouco de sua história, sobre um pássaro dragão que bloqueou o sol em um dia chuvoso. Ele me mostrou alguns rabiscos seus sobre como seria tal pássaro. Me admirei com isso, tentando imaginar qual criatura poderia ser.

Depois rumo ao salão de dança das Garotas Kimono. Havia um prêmio se vencesse elas: o manual para aprender o SURF. Eu as desafio!
Elas tinham evoluções de eevee. Primeiramente Nido lutou contra um flareon, vencendo. Logo, Tahl lutou contra um espeon, também adquirindo vitória. Na terceira batalha, Nido novamente venceu um umbreon, evoluindo logo após para um nidorino, que por sua vez venceu um vaporeon. Na última batalha Fúria Azul venceu um jolteon.

Tais batalhas foram de grande valia, pois além de proporcionarem a evolução de Nido, fizeram com que meus pokémon ficassem mais experientes.
O dia estava acabando e retornei ao CP, onde descansei, para no próximo dia visitar a famosa Torre Queimada que soube da existência devido as placas e comentários pela cidade.

sábado, 25 de abril de 2009

Trabalho Paleontológico


Gut! Como estou ingressando no paleoworld posso dar alguma opinião de como é o trabalho aqui no blog. Trabalhar como paleontólogo requer muita paciência, pois além de tu procurar o fóssil em um solo-rocha geralmente sedimentar ou arenito, ou qualquer outra forma gerada a partir de material orgânico e barro, deve-se ter todo o cuidado no transporte do fóssil para o laboratório para uma análise, já que nesse ambiente existem maquinários e outros recursos para sua análise.
Se o fóssil for grande, ele deve ser enrolado em papel ou algum pano, sendo que neste passar-se-á gesso para a proteção no transporte. No laboratório, corta-se com cuidado o gesso e aí começa a limpeza do fóssil, "desprendendo-o" da rocha matriz, material em que ele foi fossilizado. Essa parte requer muito cuidado, colando as partes dos fóssil que se quebrarem (com superbonder) e colocando uma espécie de goma para a rocha matriz e o próprio fóssil, quando muito frágeis, não se desmancharem.

Nessa limpeza usa-se as mais diversas ferramentas (e pode durar dias), desde broca de dentista e até pincel. O primeiro fóssil que fiz limpeza foi muito frágil e claro que não utilizei a broca, mas utensílios mais "delicados", visto que a rocha matriz onde estava se quebrava muito facilmente, sendo uma rocha de origem argilosa. Não sei ainda do que se trata o osso que parecia estar a eras no laboratório. Creio (isso é só intuição) se tratar de algum anfíbio ou pequeno lagarto.

É muito difícil encontrar um fóssil completo, geralmente são partes de partes do corpo de algum animal ou planta. Para reconstituir o animal ao qual a parte pertencia, cabe à criatividade e conhecimento físio-zoológico do pesquisador. Um fóssil como esse da protoave (provavelmente é um archiopteryx) é bem raro, mas é o sonho de qualquer paleontólogo, principalmente se for uma espécie nova ou algo que refute alguma teoria...

:D

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Atraaasooo !!!

Bueno! Como eu escrevo pra mim mesmo não deveria estar aqui expondo o motivo de minha ausência.... Mas vá que alguém perdido na net encontre meu blog e queira visitá-lo e achá-lo interessante.
Por causa disso eu explico o motivo da ausência: Muuuiiitooo estudo e trabalho. Atualmente estou com duas faculdades (sonho muito realizado) e ainda to em estágio, dando aula e papapa!!! Além do más, yo estoy trabajando en uno laboratorio de paleontologia (consegui bolsa :D, Al-Hamdu Lillah!!).
Somando-se a isso (parece q to escrevendo um trabalho científico, mas dá nada) o PC do meu 4º fez com q a internet sumisse e, como as imagens da minha jornada tão nesse pc, não consigo pô-las no blog.
Bueno, en lo más es esto!