geodude, assim como enfrentamos alguns treinadores. Um desses treinadores era um sopra-fogo e tinha como parceiro um vulpix. Segundo ele, era seu vulpix que dava iluminação àquela caverna. E realmente era.Geralmente as cavernas são locais escuros, mas aquela não, aquela tinha uma luz que deixava o ambiente mais claro. O vulpix do sopra-fogo treinava com ele e constantemente incendiava montes de plantas secas que seu treinador deixou por ali. Esse homem adorava tanto o fogo que deixava tochas para iluminar o caminho dos treinadores, para que reconhecessem o quão importante é o fogo e os pokémon de fogo. Devido a essa admiração pelo fogo, o treinador gostou bastante de Tahl, admirando-o. Então fizemos uma batalha de 1vs1, quilava contra vulpix, com vitória daquele. Logo nos despedimos e ele me desejou sorte e eu retribui.
Saindo da caverna encontro um homem que desce a montanha me
chamando. Ele queria batalhar e se chamava Anthony. Batalhamos. Quilava venceu geodude e machop, enquanto que libertei magikarp da pokébola para ela ver a batalha e adquirir um pouco de experiência, coisa que tinha feito em batalhas anteriores. Anthony disse que adora andar e às vezes encontra pokémon raros; então trocamos nossos números para ele me ligar se ver algum raro (já que sou pesquisador) e para batalhar. Ele é um simpático companheiro, que foi comigo até os arredores da cidade Azalea.
Porém, em nossa caminhada, algo brilha dentro de minha mochila. É o ovo. Parece estar chocando. Nos apressamos para chegar ao CP de Azalea para ver se a enfermeira Joy confirmava nossa suspeita. Após chegarmos quase sem fôlego ao CP, pedi para a enfermeira analisar o ovo e só de olhar ela disse que está prestes a chocar. Pergunto a ela se há um ônibus que vai direto para New Bark e ela disse que um sairá em meia hora. Explico então que tenho que levar o ovo ao Elm, pois ele quer ver nascer o pokémon. Por sorte o ovo não quebrou e eu peguei o ônibus a tempo. Demorou um pouco a viagam de volta à minha cidade natal. Em
New Bark corri direto para o laboratório e lá encontrei Elm e seus assistentes, gritando para eles com euforia que o ovo está para chocar. Então o colocamos sobre uma mesa e ficamos observando seu brilho por algum tempo. Logo brilhou mais forte e eis que surge um belo togepi. Ao abrir os olhos, esse jovem pokémon viu um dos assistentes de Elm, chamado Hikahi. Assim togepi ficou bastante afeiçoado a Hikahi que teve que ter ele como pokémon, já que o jovem animalzinho o considera parte de sua família. Dessa maneira um pouco mais da pesquisa de Elm está melhorando, já que ele observa os nascimentos dos pokémon.
Após ficar mais um pouco no laboratório, vou à minha casa, onde mostro meus pokémons à família. Durmo em New Bark e no dia seguinte pego o ônibus de volta a Azalea, onde pretendo ganhar a segunda insígnia.

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