sábado, 24 de janeiro de 2009

Jornada: Capítulo 6: As ruínas



Eu e Tahl continuamos nossa jornada. Meu companheiro agora está evoluído e é um quilava. Nós andamos rumo ao sudoeste de Violeta e nos deparamos com as famosas Ruínas Alph. Ali existem algumas construções feitas por um povo misterioso há muito tempo atrás.


Entramos em uma das cavernas e vimos que nela as paredes possuem símbolos de criaturas como se fossem letras de um alfabeto latino. Nesse lugar dá para sentir uma presença estranha, não sei bem como descrevê-la. Muitas outras pessoas que fazem turismo naquelas ruínas também sentem tal presença. Eu e Tahl fomos então para outra caverna, onde estão fazendo uma escavação arqueológica. Essa escavação é diferente, pois está aberta para o público ver e até interagir. Uma arqueóloga, ao ver meu interesse por aquilo que estão escavando, me mostra um painel de pedra, que eles crêem que pode ser movido, porém não conseguem, devido a falta de braços. Ela pede minha ajuda, logo, eu a ajudo. Nós empurramos as pedras do painel para ver que figura formava. Tentamos, e a figura parecia "desfigurada". Mais uma vez movemos as pedras e conseguimos: a figura do painel é um kabutops.
Repentinamente o chão treme e o solo que estava sob mim, Tahl e a arqueóloga se abre, fazendo-nos cair por uma passagem que nos leva até o centro da ruína, onde existem muitas paredes cheias de desenhos e onde os visitantes mais frequentam. A estranha presença aumentou ali e repentinamente vemos pokémon saindo de uma espécie de portal aberto nos desenhos das paredes. São unown, pokémons semelhantes a letras do alfabeto latino e que são representados naquelas paredes. Eles vagam de um lado a outro e alguns atacam Tahl, que os vence. Em alguns portais abertos vemos algo como um mundo estranho, mas resolvemos sair dali rapidamente.

Ao sairmos daquela caverna nos deparamos com uma multidão. Essa multidão havia saído correndo de dentro das ruínas, pois ouviram um estrondo e sentiram um tremor, assim como uma forte presença estranha. Ninguém nos perguntou nada, pois acreditavam que estávamos lá dentro perdidos. Eu e a arqueóloga fomos falar com os demais pesquisadores acerca dos pokémons vistos lá. Esses pesquisadores se admiraram e rapidamente foram às ruínas, ver os unown. Aos poucos começaram a afastar as pessoas dali.


Começou a anoitecer e eu ajudava os arqueólogos e demais pesquisadores com a observação dos unown, já que me revelei ser um pesquisador também. Aida, a arqueóloga chefe me convidou para pesquisar os unown com eles, mas eu lhe digo que tenho que continuar minha jornada e que, após viajar por muitos lugares de Johto, irei aceitar seu convite, já que tenho que ir a outros lugares e fazer minha pesquisa de biogeografia e comportamento pokémon em diferentes regiões.


Eu e Tahl pernoitamos nas ruínas, ouvindo o som dos unown muitas vezes. Na manhã seguimos nós partimos com a promessa de retornar àquele lugar.

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